Um poema romantico que brotou do nada

  Eu era muito infeliz até um minuto atrás!
  Porque agora matei minha saudade!
  Minha alma voltou pro lugar
  e meu coração pode voltar acelerar
  porque ele já estava parando

  Seus olhos refazem meu dia
  melhoram os meus caminhos
  e me fazem querer ser alguém melhor



Escrito por Douglas Cristian às 11h05
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De volta

        A partir de hoje vou trazer algumas resenhas e críticas literárias que estou produzindo. Falarei principalmente dos livros que li recentemente espero que gostem.

         Vou começar falando de um livro interessantíssimo que li nessas férias que foi o sensual, picante mas com muita elegância "Minto enquanto posso" da escritoria Andrea Del Fuego é uma viagem no universo sexual feminino. Dotada de uma profunda sensibilidade Del Fuego conta histórias de várias mulheres utilizando-se de microcontos profundamente provocativos.

         O mais interessante de tudo é que existem duas formas de se falar de erotismo. Uma é a vulgar que utiliza linguagem chula e baixo teor poético e a outra é a elegante. Andrea Del Fuego é muito elegante e faz da leitura de seu livro uma viagem à sensualidade feminina.

         Andrea é dotada de uma sensibilidade e possui recursos linguísticos que saltam ao olhos, é um livro interessantíssimo e vale a pena ler. Além de possuir uma edição e um projeto gráfico de muito capricho e criatividade.

            Lançado em 2004 pela Editora O Nome da Rosa  http://andreadelfuego.wordpress.com/

 

         



Escrito por Douglas Cristian às 13h13
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América Mineiro acerta com Marco Aurélio e acerta a permanência do goleiro Flávio

  O América Mineiro acertou a permanência do goleiro Flávio e a vinda do treinador Marco Aurélio.

  Fico feliz com as notícias, o Flávio é um daqueles goleiros extremamente confiáveis. Não é nenhum gênio de luvas, mas pode contar com ele que ele tá lá! Segura firme dá segurança ao time e ajuda o treinador dando boas orientações à defesa, além de ser um profissional com P maiúsculo e muito disciplinado.

  O Marco Aurélio vem porque as negociações com o Lula Pereira fracassaram. Ainda bem!

  O que o Lula Pereira já fez de relevante no futebol? O Marco Aurélio fez boa campanha pelo Cruzeiro, conhece o futebol mineiro e tem tudo para levar o coelho a um bom campeonato mineiro.

  Não espero o caneco, mas creio que o América tem tudo para fazer uma boa campanha e ficar entre os 4 maiores de Minas.

  Na série B está muito cedo para falar, mas minha expectativa é a permanência do clube na série B, para em 2011 montar uma equipe para subir! 



Escrito por Douglas Cristian às 18h37
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Aécio desiste de se lançar candidato a presidência em 2010

  O governador mineiro deu uma declaração hoje desistindo da candidatura a presidência em 2010. Analistas dizem que ele não teria tempo de se tornar conhecido nacionalmente e que é desconhecido pela maior parte do eleitorado.

  Eis a deixa que o PT queria, tudo que o PT quer é um candidato disposto a transformar a eleição de 2010 em um Corínthians e Palmeiras.

  Aécio representa uma proposta de consciliação entre tucanos e petistas. Haja visto o que fez em BH, elegeu um desconhecido (Marcio Lacerda - PSB) montando uma chapa que contou com o apoio do muito querido pelos belohorizontinos ex-prefeito Fernando Pimentel do PT. Aécio iria fazer uma campanha seguindo a "onda lulista", ou seja, não atacaria Dilma Roussef e nem criticaria o governo Lula. Se apresentaria como o neto que cumpriria o mandato pertido por seu avô (Tancredo Neves).

 Além do tom consciliador, teria a seu lado seu carisma pessoal, seus bons indicadores como governador e sua altíssima popularidade entre os mineiros, sendo o governador mais querido do país. Em Minas Gerais ele seria uma quase unanimidade. Outro ponto para Aécio está na sua capacidade de agregar apoios e montar uma base governista forte o suficiente para garantir sua governabilidade.

  Uma coisa que parece que a imprensa paulista não enxerga e pelo visto nem o PSDB, é que Aécio tem Minas Gerais ao seu lado, visto que nas eleições de 2006 por exemplo, além de ter se reeleito com extrema facilidade, elegia quem ele apoiasse. 

  No caso do Serra, como mineiro que sou, duvido que ele terá força em Minas. A não ser que Aécio "pegue Serra pela mão" e faça uma campanha fortíssima dele em território mineiro. Coisa que duvido que Aécio faça, dado a força que o PT mineiro tem adquirido ano a ano. Serra em Minas será na melhor dos cenários segundo colocado. Ciro e Dilma lutarão pelos votos mineiros, Ciro certamente utlilizará o fato de ser amigo pessoal de Aécio e Dilma além da figura de Lula, contará com o apoio de Fernando Pimentel, Patrus Ananias, Helio Costa e Jô Morais, que são, após Aécio, os políticos mais influêntes do estado.

 Gostaria que meus poucos leitores guardem o que direi. DILMA SERÁ ELEITA PRESIDENTE! Isso só não ocorrerá se algo imprevisível acontecer!

 Definitivamente, a direita brasileira não sabe ficar fora do poder. É só perderem uma vez que não conseguem mais se articular, vide o fatídico Alckmin em 2006, que foi devorado por Lula nos debates (principalmente no debate da Globo). Que os tucanos e democratas e preparem, o caldo engrossará para eles e os maiores responsáveis serão eles mesmos. Ruim para o Brasil que não poderá contar com uma campanha mais propositiva e com propostas menos extremistas de ambos lados.



Escrito por Douglas Cristian às 17h15
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Redes Sociais e autonomia da esfera econômica

Nigel Dodd em “A sociologia do dinheiro”, busca a explicação das relações sociais que fazem parte do universo das trocas monetárias e do universo objetivo do dinheiro.

            Ao contrário do que se normalmente pensa o dinheiro é bem mais que um facilitador de trocas, substituindo o escambo. Mas o símbolo de uma cadeia de fenômenos sociais que lhe atribuem valor e servem para além das trocas.

            O dinheiro precisa ser muito mais do que o citado acima, mas deve também ser unidade de conta e uma reserva de valor. Ou seja, o dinheiro além de ser quantificado pode também ser guardado e sendo guardado ele deve permanecer com o mesmo valor. Outra característica fundamental do dinheiro é que ele deve possuir liquidez, ou seja, deve poder ser trocado por qualquer mercadoria a qualquer momento, desde que esteja em uma unidade de valor compatível com a mercadoria a ser adquirida.

            O valor desse dinheiro é construído socialmente, o que faz com que o seu valor permaneça constante é uma rede que funciona na base da confiança.

            A grosso modo, o indivíduo troca uma mercadoria por dinheiro e isto inclui sua força de trabalho, por confiar que este dinheiro possui liquidez, ou seja, possa ser trocado por bens e serviços necessários para sua  subsistência. Uma vez quebrada esta confiança, ou seja, perdas do valor líquido do dinheiro a sociedade entra em colapso social.

            Partindo desse ponto, o mais importante no estudo do Dodd sobre o dinheiro, é entender que o dinheiro possui uma eterna função social, ou seja, a função de ponte entre as relações sociais mercadológicas, como objeto de manifestação da confiança dos indivíduos nas relações sociais mercadológicas instituídas. Ou seja, objeto de confiança do indivíduo em uma entidade anônima.

            Uma das razões das crises no sistema capitalista são mostras da quebra da confiança e da perda do valor real monetário ao longo de um determinado evento histórico. Exemplo disto é o fato da desvalorização da libra esterlina na economia européia (citado no texto) ou até mesmo a recente crise econômica internacional do subprime, que apresenta dois fatores interessantes.

            O primeiro fator foi a manifestação de uma nova forma para o dinheiro, forma essa que eram os títulos da dívida do mercado subprime. Esses títulos sofreram uma valorização extrema a princípio, atraindo investidores e criando uma espécie de “bolha”. Quando de repente não houve mais sustentabilidade para o valor desses títulos e então ocorreu a desvalorização desses papéis, houve consequentemente, uma perda de liquidez semelhante apenas ao crack de 1929. Este foi o estopim para a manifestação do segundo fator determinante para a crise.

            A falta de confiança nas instituições responsáveis pela gestão do dinheiro, o que levou os investidores a “segurar” seu dinheiro gerando um efeito o qual somente ações governamentais de socorro a essas instituições seriam capazes de salvá-las.

            Conclui-se então que todas as manifestações do dinheiro em nossa sociedade existem a partir de uma relação social de confiança, que se estabelece a partir da liquidez da moeda vigente. Sem essa relação liquidez x confiança, os modos de troca tornar-se-iam completamente descaracterizados, remontando às trocas via escambo.

            Daí a necessidade de se entender as questões econômicas além de uma esfera quantitativa e mercadológica, sendo este o objeto de questionamento de Ricardo Abramovay em seu texto. Afinal, segundo ele, “Toda ênfase está no conhecimento do mercado como mecanismo de formação de preços e, portanto, de alocação de recursos a partir de dos quais uma sociedade se reproduz e se desenvolve.”

            Não cabe mais a atual ciência econômica uma análise sem levar em consideração os fatores sociais que levaram os elementos a agir dessa ou daquela maneira. Segundo Ronaldo Coase "os economistas contemporâneos interessam-se apenas pela “determinação dos preços de mercado”, mas a “discussão sobre a praça de mercado (market place) desapareceu inteiramente”.

            Entende-se então o papel fundamental da Sociologia Econômica como ciência fomentadora de uma análise econômica mais humanizada e mais próxima da efetiva realidade. Essa realidade que é construída não no mercado, mas além do mercado. Precisamente o mercado existe a partir de relações sociais anteriores ao mercado.

            O mercado de trocas surge como meio de objetivação das necessidades humanas, necessidades que são diversas e socialmente criadas. Logo, anterior a necessidade há uma relação social. Sendo assim, todas as trocas são mediante fenômenos sociológicos e anteriores à expectativa econômica.

            Voltando ao texto de Nigel Dodd, o dinheiro surge então como meio social de representação de uma unidade de valor que simboliza o que socialmente vale determinado item.

            Sendo assim, somente é possível explicar plenamente os fenômenos econômicos, tendo como base a análise da sociedade.



Escrito por Douglas Cristian às 17h25
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Bem - vindos

   Este é um blog que se destina a divulgar minha produção intelectual e artística



Escrito por douglas_cristian às 17h11
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